Pessoas, boa noite!
Eu sei que não entendo muito de política, na verdade não me interesso por essa parte mais vulgar (imunda deveria ser a palavra aqui) da humanidade, mas eu entendo que temos os políticos que merecemos.
Se temos esses corruptos, filhos de uma mulher que não teve oportunidades e vive de vender favores sexuais nas esquinas, é culpa única e exclusivamente nossa.
Cito exemplos da nossa incapacidade ou falta de vontade para mudar isso.
Há poucos dias atrás quando acabava a copa do mundo para o time brasileiro gastaram-se horas e inúmeros milhares de reais para descobrir o culpado pelo fracasso da seleção canarinho versão 2010.
Chegamos ao absurdo de ver e “re-ver” milhares de vezes um famoso pisão de um (agora) famoso jogador brasileiro, em outro não tão famoso jogador holandês, e chegamos à conclusão que perdemos a copa em decorrência deste pisão, e não pela simples falta de gols por parte da esquadra brasileira.
Bom enfim semanas de debate sobre uma partida de futebol, quantos de vocês ficaram sabendo da atual colocação do nosso querido país no quesito educação? Não? Sim? Quem sabe?
Nem eu sabia, mas temos a “honrosa” 85ª posição num “ranking” de nem sei quantos países tem o mundo agora, e eu não vi ninguém tentando achar culpados para esse desastre, muito menos gastarem alguns reais para tentar solucionar isso.
Quantos de nós chegamos a perceber que em todo ano eleitoral temos algum tipo de competição relacionada com futebol? Esse eu percebi, para quem não percebeu aí vai, a cada dois anos a nossa esquadra luta ou para ganhar uma copa do mundo ou uma medalha olímpica, que por coincidência é o mesmo período que temos a nossa manifestação “democrática” para a escolha dos nossos “representantes”.
Não me interesso por política por achar que esses que nos “representam” não merecem meu respeito, pois fico tentando votar no “menos ruim” quando deveria tentar escolher o “melhor”.
Um bom indicador de que nossos “representantes” estão mudando, e por conseqüência nós mesmos cobrando mais, seria aparecer ou um político que mudasse as manifestações “democráticas” para anos impares ou um abaixo assinado para que isso acontecesse e que o projeto “ficha-limpa” fosse efetivamente colocado em prática, mas aí quem sobraria para votarmos, não é mesmo?
Outro fator seria a diminuição (porque acabar não vai ocorrer tão cedo) da impunidade para as pessoas de forma geral, desde o “espertinho” que corta fila ao corrupto que desvia o dinheiro da merenda das crianças das escolas públicas.
Na verdade bastaria que nossos “representantes” pensassem nos interesses que foram negligenciados até agora, os interesses da população, que é quem paga os exageradíssimos salários que recebem e não nos interesses do próprio bolso.
Um ponto a ser levado em conta é o exagero de assistencialismo que existe em nome de arrecadar votos (quem não recebeu aquele e-mail que calcula o quanto ganha um “assistenciado” em comparação a um trabalhador?), bolsa família, auxílio leite, auxílio alimentação, vale gás, auxílio PRESÍDIO e por aí vai, tornando desta forma mais vantajoso ser um inútil do que trabalhar por meros trocados do salário mínimo e todos os descontos dele decorrentes.
A grande verdade é que enquanto extremas direitas lutam com extremas esquerdas, ninguém faz nada de concreto para acabar com a farra deste país, mas ao mesmo tempo quem não é extrema nada, mora em um país onde se trabalha para pagar os salários dos “assistenciados” de um presidente que “nunca sabe de nada” e mesmo assim tem mais de 80% de aprovação em seu governo.
Brenê
Eu sei que não entendo muito de política, na verdade não me interesso por essa parte mais vulgar (imunda deveria ser a palavra aqui) da humanidade, mas eu entendo que temos os políticos que merecemos.
Se temos esses corruptos, filhos de uma mulher que não teve oportunidades e vive de vender favores sexuais nas esquinas, é culpa única e exclusivamente nossa.
Cito exemplos da nossa incapacidade ou falta de vontade para mudar isso.
Há poucos dias atrás quando acabava a copa do mundo para o time brasileiro gastaram-se horas e inúmeros milhares de reais para descobrir o culpado pelo fracasso da seleção canarinho versão 2010.
Chegamos ao absurdo de ver e “re-ver” milhares de vezes um famoso pisão de um (agora) famoso jogador brasileiro, em outro não tão famoso jogador holandês, e chegamos à conclusão que perdemos a copa em decorrência deste pisão, e não pela simples falta de gols por parte da esquadra brasileira.
Bom enfim semanas de debate sobre uma partida de futebol, quantos de vocês ficaram sabendo da atual colocação do nosso querido país no quesito educação? Não? Sim? Quem sabe?
Nem eu sabia, mas temos a “honrosa” 85ª posição num “ranking” de nem sei quantos países tem o mundo agora, e eu não vi ninguém tentando achar culpados para esse desastre, muito menos gastarem alguns reais para tentar solucionar isso.
Quantos de nós chegamos a perceber que em todo ano eleitoral temos algum tipo de competição relacionada com futebol? Esse eu percebi, para quem não percebeu aí vai, a cada dois anos a nossa esquadra luta ou para ganhar uma copa do mundo ou uma medalha olímpica, que por coincidência é o mesmo período que temos a nossa manifestação “democrática” para a escolha dos nossos “representantes”.
Não me interesso por política por achar que esses que nos “representam” não merecem meu respeito, pois fico tentando votar no “menos ruim” quando deveria tentar escolher o “melhor”.
Um bom indicador de que nossos “representantes” estão mudando, e por conseqüência nós mesmos cobrando mais, seria aparecer ou um político que mudasse as manifestações “democráticas” para anos impares ou um abaixo assinado para que isso acontecesse e que o projeto “ficha-limpa” fosse efetivamente colocado em prática, mas aí quem sobraria para votarmos, não é mesmo?
Outro fator seria a diminuição (porque acabar não vai ocorrer tão cedo) da impunidade para as pessoas de forma geral, desde o “espertinho” que corta fila ao corrupto que desvia o dinheiro da merenda das crianças das escolas públicas.
Na verdade bastaria que nossos “representantes” pensassem nos interesses que foram negligenciados até agora, os interesses da população, que é quem paga os exageradíssimos salários que recebem e não nos interesses do próprio bolso.
Um ponto a ser levado em conta é o exagero de assistencialismo que existe em nome de arrecadar votos (quem não recebeu aquele e-mail que calcula o quanto ganha um “assistenciado” em comparação a um trabalhador?), bolsa família, auxílio leite, auxílio alimentação, vale gás, auxílio PRESÍDIO e por aí vai, tornando desta forma mais vantajoso ser um inútil do que trabalhar por meros trocados do salário mínimo e todos os descontos dele decorrentes.
A grande verdade é que enquanto extremas direitas lutam com extremas esquerdas, ninguém faz nada de concreto para acabar com a farra deste país, mas ao mesmo tempo quem não é extrema nada, mora em um país onde se trabalha para pagar os salários dos “assistenciados” de um presidente que “nunca sabe de nada” e mesmo assim tem mais de 80% de aprovação em seu governo.
Brenê
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